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quinta-feira, 29 de julho de 2010

Solon Chaves


Hoje, às 21h30min, show acústico com SOLON CHAVES, no Tombado, defronte a Praça da Matriz, em Lajeado. O melhor da MPB e músicas do seu novo CD "Chuva da Vida" é o que você pode esperar deste competente músico lajeadense.
Confira a entrevista que Solon concedeu ao repórter Mateus Koelzer para a TV Univates no link abaixo:

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Retendo água!

Bachman-Turner Overdrive, a boa e velha BTO foi um grupo de rock canadense de Winnipeg, que lançou uma série de álbuns e singles de sucesso na década de 70.
Brave Belt foi a banda que deu origem ao BTO que foi formado em 1971 por Randy Bachman e Chad Allan, ambos ex-integrantes de The Guess Who mais o baterista Robbie Bachman e o baixista/vocalista Fred Turner. Logo depois, outro irmão Bachman, Tim, juntou-se à banda como segundo guitarrista.
O novo nome surgiu quando já se cogitava a hipótese de usar seus nomes de família. No caminho de volta de uma apresentação na cidade de Toronto, Turner se deparou com uma revista sobre caminhões chamada Overdrive. "Meio" que inspirado, escreveu "Bachman-Turner Overdrive" e as iniciais "B.T.O." em um guardanapo. O resto da banda curtiu e decidiu que o acréscimo de Overdrive era a maneira perfeita de descrever a sua música.
O 1° álbum, Bachman-Turner Overdrive veio 73 e estourou nos Estados e Canadá, assim como o segundo, Bachman-Turner Overdrive II, lançado naquele mesmo ano ainda e com dois dos seus mais conhecidos singles: "Let it Ride" e "Takin’ Care of Business".
Tim Bachman deixou a banda no início de 1974, logo após o lançamento do 2° trabalho. Apesar das diferentes versões para sua saída, seu irmão Robbie declarou em 2002 que ele foi praticamente convidado a sair, já que não tinha cacife pra ser um BTO, além de ser difícil contar com ele.
Foi substituído por Blair Thornton, ex-Vancouver e Crosstown Bus. O primeiro álbum com a formação modificada, Not Fragile (1974), consagrou o single "You Ain’t Seen Nothing Yet" que alcançou primeiro lugar nas paradas, enquanto "Roll On Down the Highway" era a favorita das radios especializadas em rock'n roll.
Apesar de tudo, continuam produzindo e vez ou outra, dão a sua graça por aí. Um de seus maiores clássicos, “Hold Back The Water”, também levava a galera á loucura nas já citadas e saudosas boates de sexta-feira na Soges, em Estrela, que eram brilhantemente conduzidas pelo DJ Vaninho Fauth. É só clicar no link e matar a saudade.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Happy Birthday, my brother Mick!

Imagine se eu deixaria passar em branco o aniversário do meu ídolo maior!!!!!
Aquele que embalou muitas sextas-feiras na saudosa boate da Soges com os clássicos "Lucky In Love", "Just Another Night", "Hard Woman" e "Let's Work"!!!
Isso lógico, sem falar da melhor banda de todos os tempos, The Rolling Stones, que faz parte da trilha sonora de minha vida!
Thank's for all, brother Mick, thank's for all!!!!



Abaixo, o vídeo da canção "God Gave Me Everything I Want"
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domingo, 25 de julho de 2010

Imperdível! Estréia prevista 30/07/2010

Final do III Festival de Música Popular Brasileira da TV Record. Nomes fundamentais da MPB se reúnem no mesmo palco para competir entre si com canções que se tornariam emblemáticas, mas que naquele momento eram inéditas. Entre os finalistas, estavam Chico Buarque e MPB 4, com ''Roda Viva''; Caetano Veloso, com ''Alegria, Alegria''; Gilberto Gil e os Mutantes, com ''Domingo no Parque''; Roberto Carlos, com ''Maria, Carnaval e Cinzas''; Edu Lobo, com ''Ponteio'' e Sérgio Ricardo, com ''Beto Bom de Bola''. O documentário mostra os elementos que transformaram aquela noite em um evento único: o clímax da produção musical dos anos 60 no Brasil. (fonte:Cineclick/Uol)
Assista ao trailer: "Uma Noite Em 67"

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Música do Mundo

Falando em World Music, minha sugestão é o som alternativo da Beirut. Comandada por Zach Condon, e com um rotatividade singular de integrantes, a Beirut combina elementos balcãnicos do leste europeu e o folk.
Impedido de tocar guitarra após um machucado no pulso, Condon fez do trompete e do Ukelele, os principais intrumentos do grupo. Vale explicar que “ukelele” é uma éspécie de violão de 4 cordas em tamanho reduzido e trompete é um instrumento musical de sopro que....ahh todo mundo sabe o que é trompete!!
Pela gravada de nome esquisito, Ba Da Bing, lançaram dois trabalhos em 2006: Gulag Orkestar e Lon Gisland, trabalhos estes acompanhados por Jeremy Barnes e Heather Trost, dos também alternativos Neutral Milk Hotel e A Hawk and a Hacksaw.
Do tempo em que morava no Brooklin, ficou registrado o vídeo da canção “Scenic World” na fábrica da Swett’N Low, fábrica de adoçantes que tem a Pantera Cor-de-Rosa como mascote da marca desde 2001.
O segundo álbum, "The Flying Club Cup", vazou na internet em 25 de agosto de 2007, dois meses antes do lançamento oficial.
Sucesso deste album, a música "Elephant Gun" foi tema de especial em tv aberta no Brasil que acabou deixando-a em 2º Lugar entre as mais procuradas em sites brasileiros de letras de musica daquele ano.
Vale á pena ouvir: "Nantes" e "Postcards from Italy".
Uma dica que dou à vocês é que acessem o site da banda: http://www.beirutband.com/. Lá, toda biografia, musica e imagens pitorescas dão um toque ainda mais globalizado a essa mistura de ritmos tão peculiar.

Jó e Juci

E a duplinha aí de baixo não para.
Desta feita, os talentosos e carismáticos Juci e Jó se apresentam hoje, 23/07, no "Butecco Music Bar", à partir da meia-noite.
A dupla promete tocar e cantar os clássicos da MPB e do POP/Rock, além daquele sertanejão de raiz.
Compareça. Venâncio e logo ali e hoje (finalmente) é sexta-feira! E que o show é ótimo, você já sabe.

Por favor, senhor carteiro...

Quando se fala em cultura pop dos anos 70, o que logo vem à mente são adolescentes cabeludos que curtiam Led Zeppelin e os Stooges de Iggy Pop e que protestavam contra Nixon e os governos ditatoriais que infestavam o mundo na época. Mas na verdade, a maioria era parecida, e ouvia o som romântico dos Carpenters.
Lançado em 1970, pelos irmãos Karen e Richard Carpenter, o álbum “Close to You” foi o segundo da dupla, embora tenha sido ai o começo de sua trajetória de sucesso.
A canção de Burt Bacharach, “(They long to be) Close to You” ficou em primeiro lugar durante 4 semanas nas paradas americanas e se tornou um grande sucesso mundial. Outro sucesso do LP foi "We've Only Just Begun"
A voz firme e afinada da baterista Karen, revestia clássicos da época de uma inocência atemporal que era complementada pelos arranjos claros e criativos do piano de Richard.
Este álbum ficou mais de um anos nas paradas e decretou o inicio da “Carpentermania” O conjunto de toda sua os colocou no seleto clube de artistas que venderam mais de 100 milhões de cópias.
Boa parte do trabalho tinha um certo ar de melancolia, que se tornou ainda mais forte com a morte de Karen em 1983, de ataque cardíaco provocado por anos de anorexia.
Outros clássicos da dupla que embalaram aquela geração foram “Only Yesterday”, “There’s A Kind Of Hush” e “Please, Mr. Postman
Segundo o escritor neozolandes Garth Cartwright, “os críticos tendem a ignorar os Carpenters. Mas isso não tem a menor importância. Seus fãs não são do tipo que se incomodam com um imprensa pautada pela moda musical
Então tá.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Garota carioca, suingue sangue bom!

Fernanda Abreu lançou-se em carreira solo, após largar a Blitz em 1990 com o álbum "Sla Radical Dance Disco Club", produzido por Herbert Vianna e Fabio Fonseca. A primeira canção executada nas rádios foi "A Noite", também presente em trilha sonora de novela. Com forte inspiração disco, a faixa era uma das mais dançantes do álbum.
Em 1992, a disco foi substituída por ritmos mais brasileiros em "Sla 2 Be Sample", seu segundo álbum. A faixa carro-chefe foi "Jorge da Capadócia".
Do álbum seguinte, "Da Lata" (1995) sairiam "O Brasil É o País do Suingue", "Veneno da Lata" e "Garota Sangue Bom"
Com 7 albuns gravados, entre eles um ao vivo, fez parcerias com grandes nomes da MPB, como Jorge Ben Jor, de quem é fã declarada, e com o saudoso rei do mangue beat, Chico Science. Com ele “Rio 40 Graus”, uma das musicas que marcaria sua carrreira onde exalta e ao mesmo tempo critica sua cidade natal, o Rio de Janeiro. Nesta canção, Fernanda compôe um mosaico dos "tipos cariocas", de suas músicas, seus hábitos e preferências. É com essa canção que ela aproximava pela primeira vez do funk, gênero ao qual ficaria bastante associada futuramente.

terça-feira, 20 de julho de 2010

The other side

A profunda influência exercida pelo The Doors na evolução do rock no final dos anos 60 não era apenas pelo vocal apaixonante, a poesia sombria a ao carisma pessoal de Jim Morrison.
Se dava principalmente pela perfeita integração do teclado de Ray Manzarek, a guitarra de Robby Krieger e a bateria de John Densmore. Apesar da capa do disco dar muito mais destaque à Morrison, o impacto do álbum The Doors, de 67, está justamente na interação entre os quatro músicos.
A hipnótica “Soul Kitchen” apresenta mudanças sutis na dinâmica da musica, que acabaria se tornando uma das características do grupo.
Já “Crystal Ship” mostra o lado crooner de Morrison contrastando com o teclado fascinante de Manzarek.
Seguros ao extremo de sua competência musical, conseguem fazer com que suas versões para “Alabama Song” e “Back Door Man” pareçam originais.
Sem falar das “hours concours” “Light My Fire” e “The End”, que dispensam comentários
Segundo o crítico e biógrafo italiano Giancarlo Susanna , “ O Rock- teatro começou aqui”
Abrindo o LP, um hino à geração psicodélica:“Break on trough”(to the other side).





Águias do Rock

Estamos em Los Angeles, Califórnia e o ano é 1971.
O mundo ainda vivia aquela loucura pós Woodstock e do “Flower Power” que era o símbolo da não violência e repúdio à Guerra do Vietnã.
É nesse contexto que surge uma das maiores bandas de country rock de todos os tempos. The Eagles. O baixista Randy Meisnner, mais o vocalista e guitarrista Bernie Leadon, o batera Don Hendley e o outro guitarrista Glenn Frey, já arrebentam de cara com seu album de estréia em 72 e que levava o nome da banda no título.
Em 73, lançam o disco “Desperado”, que além das baladas country rock, focava também numa certa imagem “fora de Lei”. Sucesso novamente.
E assim foi sucessivamente .
Mas é em 76 que tem dois dos seus momentos mais marcantes: a saida do vocalista Leadon, que seria substituido por Joe Walsh, e o lançamento de “The Eagles - Greatest Hits”, álbum de maior vendagem da banda. Até hoje já vendeu mais de 15 milhões de cópias e tinha dois grandes sucessos: “Life In The Fast Lane” e “New Kid In Time”.
Seu hit mais famoso é "Hotel California", gravado no Criteria Studios, em Los Angeles.
A banda encerrou suas atividades em 81, voltando apenas em 94 para a gravação de um álbum ácustico pra Mtv, mas que acabou virando o DVD “Hell Freezes Over” que em menos de um ano vendeu mais de 5 milhoes de unidades.
Vale lembrar que esse título, “Hell Freezes Over”, é uma citação do batera Don Henley quando a banda acabou:
O cara disse que o Eagles só se reuniria novamente, “quando o inferno congelasse”.
Que bom que congelou, né?

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Parabéns a todos!

13 de julho. Dia Mundial do Rock.

O que dizer de um movimento que surgiu lá nos longínquos anos 50 nos confins americanos?

O que dizer do ritmo que moldou gerações, pensamentos, revoluções e principalmente emoções?
Emoções clássicas, surfers, folks, glams, hards, punks, new wavers, heavys, góticas, psicodélicas, brasileiras.
Isso mesmo. Brasileiras também. Nenhum país no mundo passou incólume à energia poderosa e contagiante do bom e velho rock and roll.
E essa energia que também trouxe coisas boas, como união, paz e solidariedade. E num momento desses, onde astros e estrelas da música global se uniram há exatos 25 anos, num sábado, 13 de julho, que foi institucionalizado um dia oficial e especial para se comemorar tão longeva e quiçá eterna, fonte de energia humana. (Marcelo Petter)
Bob Geldof organizou o Live Aid, um show simultâneo em Londres na Inglaterra e na Filadélfia nos Estados Unidos. O objetivo principal era o fim da fome na Etiópia e contou com a presença de artistas como The Who, Status Quo, Led Zeppelin, Dire Straits, Madonna, Queen, Joan Baez, David Bowie, BB King, Mick Jagger, Sting, U2, Paul McCartney, Phil Collins (que tocou nos dois lugares), Eric Clapton e Black Sabbath.

Foi transmitido ao vivo pela BBC para diversos países e abriu os olhos do mundo para a miséria no continente africano. 20 anos depois, em 2005, Bob Geldof organizou o Live 8 como uma nova edição, com estrutura maior e shows em mais países com o objetivo de pressionar os líderes do G8 para perdoar a dívida externa dos países mais pobres erradicar a miséria do mundo. (wikipedia)

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HOJE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


E aí galera gente boa!!!!!

HOJE, no Dose Dupla Acústico Bar, em Estrela, À PARTIR DAS 22 HORAS, o IV Laboratório Experimental de Música, coordenado pelos "Petter's" Marcelo e Secão, do Projeto Petter'abas.

Clássicos da MPB, do rock e aquelas canções que você não lembra mais, mas que fizeram parte de sua vida.

LABORATÓRIO + EXPERIMENTAL = Intervenção musical com som acústico intercalado com mecânico e acrescido de sua participação e do seu bom gosto musical. Você faz parte do projeto.

Participe. Traga a sua idéia. Traga a sua poesia. Faça a sua manifestação!

Faça você, parte da nossa cultura.

''Todas as artes contribuem para a maior de todas as artes, a arte de viver.''

Bertolt Brecht


O Dose Dupla fica logo após a Ponte do Oriental, sentido bairro/centro, em Estrela.
Contatos: 9218.7015/8107.6727

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Grande Síndico!

Estou lendo Noites Tropicais - Solos, Improvisos e Memórias Musicais, de Nelson Motta (no Brasil, Editora Objetiva, 2000, 453 páginas). Só essa historinha já vale livro...rsrsrs Depois desse, sou obrigado a ler "Vale Tudo"(Objetiva, 2007, 392 páginas, específico sobre o Síndico!

"
Tim foi a Londres e se esbaldou. Fumou, cheirou, bebeu, viajou de ácido, ouviu música, brigou com a mulher — tudo muito — e voltou para o Brasil com 200 doses de LSD para distribuir aos amigos.
Assim que chegou foi à [gravadora] Philips, que ele chamava de “Flips”, onde visitou diversos departamentos, começando pelos que considerava muito caretas, como contabilidade e jurídico, onde cumprimentava o titular e repetia o mesmo discurso, com voz pausada e amistosa:
“Isto aqui é um LSD, que vai abrir sua cabeça, melhorar a sua vida, fazer de você uma pessoa feliz. É muito simples: não tem contra-indicações, não provoca dependência e só faz bem. Toma-se assim.”

Jogava um ácido na boca e deixava um outro na mesa do funcionário atônito. Como era um dos maiores vendedores de discos da companhia, todo mundo achou graça.[...]
E Tim voltou para casa viajandão, dirigindo seu jipe e certo de que tinha salvado a alma da “Flips”.

Tim e o autor do livro, Nelson Motta.

A manhã chora...a ausência do poeta!

30 ANOS SEM VINÍCIUS


POEMA DOS OLHOS DA AMADA
Ó minha amada
Que olhos os teus
São cais noturnos
Cheios de adeus
São docas mansas
Trilhando luzes
Que brilham longe
Longe dos breus...
Ó minha amada
Que olhos os teus
Quanto mistério
Nos olhos teus
Quantos saveiros
Quantos navios
Quantos naufrágios
Nos olhos teus...
Ó minha amada
Que olhos os teus
Se Deus houvera
Fizera-os Deus
Pois não os fizera
Quem não soubera
Que há muitas era
Nos olhos teus.
Ah, minha amada
De olhos ateus
Cria a esperança
Nos olhos meus
De verem um dia
O olhar mendigo
Da poesia
Nos olhos teus.

Vinícius de Moraes

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Essa não dá prá perder!!!!!!!!!!


Exagerados!

Divulgação
Pra que mentir
Fingir que perdoou
Tentar ficar amigos sem rancor
A emoção acabou
Que coincidência é o amor
A nossa música nunca mais tocou...


O jornalista, compositor e produtor musical Ezequiel Neves morreu nesta quarta-feira aos 74 anos, no Rio. Ele estava internado havia seis meses na Clínica São Vicente e a causa da morte foi falência múltipla de órgãos.
Neves é um dos autores de "Codinome Beija-Flor" e "Exagerado", clássicos de Cazuza. Os dois eram amigos e parceiros.

Há exatos 20 anos, no dia 7 de julho de 1990, Cazuza morreu em decorrência da Aids. O filme "Cazuza - O Tempo Não Para" retratou a amizade entre os dois, Ezequiel foi interpretado pelo ator Emílio de Melo.

Neves descobriu o Barão Vermelho e foi uma espécie de "mentor" da banda. Ele produziu discos e foi coautor de vários sucessos do grupo, entre eles, "Por que a Gente É Assim?".
Ele escreveu há dois anos a biografia do Barão Vermelho em parceria com o jornalista Rodrigo Pinto e com um dos fundadores do grupo Guto Goffi.
Na época do lançamento, Neves falou com a Folha sobre sua história com a banda. Muito bem humorado, ele contou episódios que presenciou.

Entre os quais um em que esculhambou o tecladista Maurício Barros por conta de sua influência de rock progressivo. "Nossa, tantos sintetizadores... Esse som parece uma penteadeira de bicha! Vamos gravar um pianinho mais stoneano."

Na década de 1970, Ezequiel Neves foi o mais influente crítico de música pop do Brasil. No meio musical, ele era conhecido como Zeca Jagger --apelidado desta maneira por conta de sua devoção ao rock clássico e aos Rolling Stones.
Fonte.: Folha on Line (07/07/2010)

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Bossa tecnológica

Não é de hoje que a internet intermedeia relações. Sejam elas profissionais ou de cunho afetivo, o certo é que a maioria das pessoas se vale desta ferramenta, que dá ‘’cara’’ à nossa época, para construir, manter e até destruir parcerias e relacionamentos.
No filme “Bossa Nova”(2000), dirigido por Bruno Barreto e estrelado por Amy Irving e Antonio Fagundes, quem demonstra essa faceta digamos assim, mais tecnológica, é uma personagem coadjuvante. Através de um romance virtual, via chat, ela alimenta e também dá subsídios, muitas vezes irreais, para conquistar o parceiro e após, transpor a barreira virtual. Ao final, uma série de engraçadas confusões, muitas até criadas por essas “mentirinhas” na rede, acaba por interligar as personagens e quase destruir histórias de amor que se formavam.
Isso demonstra o quanto a cultura das redes tem o poder de interferir e modificar pessoas e relações. Existe, sim, uma reconfiguração da organização social.

Se antes a presença física era imprescindível para estabelecermos vínculos e referências de pertencimento a determinados grupos sociais, agora a técnica cria novas estruturas de vinculação, onde o indivíduo não tem mais fronteiras e não depende mais de uma relação ‘’face to face’’.

Por outro lado, as redes de relacionamento virtual acabam modificando o modo de interação entre as pessoas. As amizades e a formação de grupos com afinidades similares acaba se restringindo ao mundo virtual, à rede. E esta relação “face to face” perde um pouco com esse avanço virtual, tornando os vínculos mais tênues e distantes.

No filme, a personagem Nadine (Drica Moraes), demonstra o quanto essa relação, onde os “rostos” ficam na imaginação e as qualidades são exacerbadas por ambas as “desconhecidas faces”, pode tornar-se no mínimo conflitantes.

A maioria das pessoas que vive esse universo tecnológico e mantém relacionamentos via rede tende a se apresentar não como são, mas como se imaginam ou gostariam que fossem. Isso até inconscientemente. O distanciamento destas pessoas do mundo real pode ser muitas vezes fruto de frustrações e carências que não puderam ser supridas, o que faz com que busquem num lugar que consideram “seguro”, a pessoa que irá completá-las e entendê-las.

E é normal isso. Apesar de muitas vezes não sermos o que pensamos. Mas ali, ao longo dos “bytes ” percorridos, o que deixamos transparecer é a nossa essência. Mas... e outro lado?

No caso do filme, onde permaneceu a essência, apesar das distorções físicas apresentadas pelos personagens envolvidos, a história acaba de forma engraçada e feliz.

Mas não podemos esquecer que as tecnologias também são usadas por pessoas de índoles questionáveis e que podem acabar transformando de forma negativa a vida de muitas pessoas.
Como isso já faz parte de nossa vida e não há mais como retrocedermos, o ideal é que saibamos fazer bom uso desta tecnologia. Educação, conhecimento, mobilizações humanitárias e de solidariedade estão à disposição de todos, de forma rápida e segura.

E quanto aos amores, já que ninguém é de ferro, basta ter o mínimo de cuidado e não expor-se demais até ter conquistado a confiança necessária. Pois, assim como no filme, mesmo com toda essa “virtualidade”, o mundo real mais cedo ou mais tarde dá de cara com a gente.

E que seja “abençoado” como a trilha sonora do filme e a poesia de Vinícius: “É melhor ser alegre que ser triste, alegria é a melhor coisa que existe, é assim como a luz no coração...” (Samba da Bênção, Vinícius de Moraes e Baden Powell)

Show imperdível com Nice Porto na Univates

Torne seu "happy hour" mais agradável!
Dia 08 de julho, quinta-feira, no prédio 9, no café da UNIVATES, DAS 18h30min às19h30min
Entrada franca

NICE PORTO

terça-feira, 6 de julho de 2010

Do outro lado do rio...


Festa é o que não falta nos finas de semana na região. E para todos os estilos. E como diz o Tiagão, do Galera's Rock Bar: ...segue o baile!!!!

Na Sexta, showzaço com Banda Dorsia, do meu brother Solano


E no Sábado, a duplinha consagrada Juci e Jó