Páginas

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Fui denunciado! rsrsrs (Obrigado, Simone!)

Publicado no Jornal Nova Geração em 29/04/2011 no espaço "Vai Rolar",

da jornalista Simone Jantsch.


Nesta sexta-feira, 29, a peça “Conversando com os Livros”, do grupo Artes e Sonhos, de Encantado. A apresentação ocorrerá no Teatro do Sesc Lajeado (Rua Silva Jardim, 135), às 20h. A entrada será R$3,00 para comerciários na apresentação do cartão Sesc-Senac e R$5,00 para público geral.

“Conversando com os Livros” conta a história de um professor que fica preso em uma biblioteca durante um feriado de carnaval. Durante este período, a magia acontece e os livros ganham vida. O espetáculo também aborda a importância da leitura.
Fonte: Assessoria de Comunicação
Chupado do Blog da Laura

terça-feira, 26 de abril de 2011

Faça sua parte!


Bicho NÃO é Lixo! Adote um cãozinho na AEPA - Assossiação Estrelense de Proteção... aos animais. E PRINCIPALMENTE "NUNCA ABANDONE AQUELE QUE NUNCA IRÁ LHE ABANDONAR" (Abandono é crime, previsto em Lei)

Adios, "Tchê Loco"


Showzaço!




Criado em março de 2009, o Sexteto Tempero Brasil surgiu para desenvolver um trabalho musical voltado à improvisação, ao aprimoramento da técnica instrumental e à pesquisa de repertório. Na formação um trio de sopros, mais guitarra, baixo e bateria:
Astor Jair Dalferth – Trombone
Jilvan Ferreira – Saxofone Tenor
Lucas Brolese – Guitarra, Violão e Cavaquinho
Marcos Grün – Bateria
Rodrigo Görgen – Baixo
William Bayer – Trompete
O grupo faz experimentações e releituras nos seus arranjos, que na maioria são escritos pelo Maestro Astor Jair Dalferth. Na escolha do repertório, o Sexteto apropria-se de temas clássicos, nacionais e internacionais e se destaca o melhor da MPB, Bossa-nova, Blues, Jazz, Tango, entre outros gêneros musicais.




quarta-feira, 13 de abril de 2011

13 de Abril - Dia do Beijo

Foto: Elizete Kreutz

Beijo é maravilhoso porque você interage com o corpo do outro sem deixar vestígios, é um mergulho no escuro, uma viagem sem volta. Beijo é uma maneira de compartilhar intimidades, de sentir o sabor de quem se gosta, de dizer mil coisas em silêncio. Beijo é gostoso porque não cansa, não engravida, não transmite o HIV. Beijo é prático porque não precisa tirar a roupa, não precisa sair da festa, não precisa ligar no dia seguinte. E sem essa de que beijo é insalubre porque troca-se até 9 miligramas de água, 0,7 grama de albumia, 0,18 de substâncias orgânicas, 0,711 miligrama de matérias gordurosas e 0,45 miligrama de sais, sem contar os vírus e as bactérias. Quem está preocupado com isso? Insalubre é não amar.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Sugestões de leitura

Aqui o leitor encontra revelações políticas, aventuras, episódios pitorescos, impressões de viagem e fatos testemunhados pelo jornalista Alexandre Garcia em suas andanças pelos bastidores da política no Brasil e no exterior.


'Minha razão de viver' traz documentos e imagens que, segundo o autor, falam virtualmente. As informações complementares adentram labirintos e porões do esquema de arrecadação de dinheiro destinado a financiar o contragolpe preventivo rascunhado entre meados de 1963 e abril de 1964 por partidários do presidente João Goulart. Wainer foi testemunha e, com frequência, protagonista dos preparativos para a ação abortada por inimigos mais ágeis. O golpe militar chegou antes. Em 1980, pouco antes de morrer, ele pediu à filha Pinky que esses campos minados só fossem inteiramente escancarados 25 anos depois da partida.


O autor apresenta uma história que é a síntese de uma época de muitas contradições, contrastes e de uma efervescência que nossos tempos desconhecem. Conheça a tradição de uma saga que não se limita a trajetória dos Mutantes, mas o contexto de toda uma geração.

'Abusado', livro-reportagem de Caco Barcellos, é uma lição sobre a lógica, os meandros e o 'modus operandi' das corporações criminosas que comandam o tráfico de drogas e outras atividades criminosas no Estado. Através da história de Juliano VP - sua infância, adolescência, entrada e ascensão no tráfico de drogas na favela Santa Marta (em Botafogo, bairro de classe média) -, temos um retrato da ocupação do morro pelo Comando Vermelho e da implantação de sua disciplina. Mas não é apenas um livro sobre a história do tráfico. Juliano é um personagem fascinante, um criminoso com refinado gosto literário, preocupado com o destino da comunidade favelada do Rio de Janeiro e cujos contatos iam dos violentos chefes do CV até importantes intelectuais cariocas.

TODOS DISPONÍVEIS NA BIBLIOTECA DA UNIVATES.

domingo, 10 de abril de 2011

Dá-lhe, Mago Mussa!


Não poderia deixar de homenagear hoje, meu grande brother Jonathan Pezzini, mais conhecido nos meios musicais como Mussum. O maior exterminador de remugas da região e que também sabe fazer uma espotcheca como ninguém! Confira o blog Música e Afins, produzido por ele, onde o rock do Vale do Taquari tem sua trajetória narrada a apresentada em forma de vídeos e áudios. Vale à pena! Feliz aniversário, meu irmão! Que tu tenhas sempre muita saúde e que nossa amizade perdure até o final do show que é a nossa vida! Abração e sucesso prá ti, brother! E como tu mesmo sempre diz: podes crer!

Prá matar a saudade, a velha foto da também velha guarde que perturbava os suadosos anos 80 em Estrela! rsrsrs

La Mafia estrelense

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Recado da Univates

07/04 - DIA DO JORNALISTA

Manifesto 07/04/2005 | 01:06
Valorizar a profissão de jornalista para valorizar a sociedade
Jornalistas do mundo inteiro, de paí­ses ricos ou pobres, de paí­ses mais ou menos democráticos, trabalham para levar à sociedade um bem precioso: a informação. Nesta tarefa - que a cada dia ganha mais importância e cria mais influência no metabolismo social - a atividade profissional do jornalista produz interpretação da realidade, indução de intenções, vontades, comportamentos e valores. Em cada sociedade, os jornalistas ajudam a produzir cultura, a constituir ou a desconstituir movimentos coletivos, a legitimar ou questionar as relações de poder estabelecidas. São, portanto, profissionais que cumprem uma relevante função social.

Neste dia 7 de abril, dedicado a homenagear o profissional jornalista, a Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) e os Sindicatos de Jornalistas de todo o Brasil chamam a atenção da sociedade brasileira para a necessidade imperiosa de valorização da profissão e do profissional jornalista. Tal valorização, necessária em função dos constantes ataques que a profissão tem sofrido em nosso paí­s, beneficia não apenas os profissionais, mas toda a sociedade. Não há democracia sem liberdade de imprensa e não há liberdade de imprensa sem jornalistas.

A valorização do profissional jornalista passa pela valorização de todos os trabalhadores, a partir de polí­ticas de defesa dos direitos trabalhistas e da garantia de condições de trabalho adequadas, que incluam emprego, salários dignos, proteção à saúde e relações trabalhistas respeitosas. Mas esta valorização precisa, também, atender às especificidades da profissão.

A profissão dos jornalistas tem sido, nos últimos anos, a mais atacada no Brasil e em muitos outros paí­ses de mundo. Um movimento mundial dos grandes conglomerados de mí­dia quer desregulamentar a atividade profissional nos paí­ses onde ela é regulamentada e impedi-la onde ainda é inexistente.

No Brasil, a regulamentação da profissão, uma conquista de quase 70 anos, está ameaçada por uma decisão judicial que elimina a exigência da formação de ní­vel superior para o exercí­cio do jornalismo. A decisão, de apenas uma juí­za, está em vigor desde outubro de 2001, apesar do recurso interposto pela FENAJ. Inexplicavelmente, o recurso ainda não foi julgado pelo Tribunal Regional Federal de São Paulo - 3º Região, no qual tramita a ação que tenta desmontar a regulamentação profissional, tirando-lhe um de seus pilares: a necessidade de uma sólida formação teórica, técnica e, especialmente, ética.

No Dia do Jornalista, a FENAJ e os Sindicatos de Jornalistas reafirmam sua defesa da regulamentação da profissão, lembrando que a lei em vigor no Brasil precisa ser aperfeiçoada. Além da manutenção da exigência da formação de ní­vel superior para o exercí­cio do jornalismo, defendemos a criação do Conselho Federal dos Jornalistas (CFJ) que, a exemplo dos demais conselhos profissionais existentes no Brasil, deve garantir à categoria a auto-regulamentação de sua profissão.

A proposta de criação do CFJ foi covardemente derrotada sem nenhum debate na Câmara dos Deputados, em 15 de dezembro de 2004, mas continua sendo uma prioridade no movimento nacional dos jornalistas. O CFJ será o mais importante instrumento de valorização profissional e também, um valioso mecanismo para o aperfeiçoamento da prática jornalí­stica. Será o órgão de defesa dos jornalistas e o fórum no qual as questões éticas do exercí­cio do jornalismo serão discutidas e consensuadas. Portanto, a regulamentação da profissão, aperfeiçoada com a criação do CFJ, interessa aos jornalistas e também a toda a sociedade. O bem protegido é a informação, objeto da atividade do jornalista, mas, acima de tudo, um bem social.

Para que, de fato, a informação seja tratada como um bem social - e não como uma mercadoria ou como moeda de barganha nas negociações dos mais diversos interesses alheios ou, o que é ainda mais grave, contrários ao interesse público -, a profissão de jornalista precisa ser valorizada e fortalecida.


FENAJ - Federação Nacional dos Jornalistas
Sindicatos de Jornalistas
7 de abril de 2005 - Dia do Jornalista Brasileiro

Extraido do site da FENAJ

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Que tal?

Evandro Bratti e Cristiano Horn, guitarrista e baixista da Vôo Noturno, no 360º Tour, do U2, em Buenos Aires, no último sábado, 09/04.
E não é que os caras encontraram um produto da franquia Petter'Abas em solo portenho?
Show de bola! Aliás, de rock!

terça-feira, 5 de abril de 2011

Hello, crazy people!!!!


HELLO CRAZY PEOPLE
Período de exibição: 01/07/1972 – 30/12/1972
Horário: 13h30
Periodicidade: semanal (sábados)
Direção: Paulo Araújo
Apresentação: Big Boy
- Com apresentação do disc-jóquei (DJ) Big Boy (Newton Duarte), que tinha um programa musical de sucesso na Rádio Mundial, chamado Big Boy show, o programa semanal da TV Globo era centrado nas novidades musicais do momento, sendo exibido aos sábados, às 13h30, com meia hora de duração. A direção era de Paulo Araújo.
- Figura irreverente e simpática, Big Boy começou a atuar como DJ na década de 1960 e foi um dos responsáveis pela modernização musical do rádio brasileiro e pela difusão do rock entre a juventude da época. Foi por suas mãos que, em 1967, o histórico álbum Sargent Pepper’s lonely hearts club band, dos Beatles, foi tocado no Brasil pela primeira vez no rádio. Ao chegar à TV Globo, Big Boy já era uma personalidade no Rio de Janeiro, conhecido não só pela atuação no rádio, como também pelos bailes que produzia.

- Segundo Nelson Motta, Big Boy, que faleceu prematuramente em 1977, foi o mais popular DJ de rádio do Brasil de todos os tempos: irreverente e bem informado, tinha humor e ritmo na fala. “Hello crazy people” era a forma como Big Boy saudava o público. - O programa da Rede Globo era gravado inteiramente em cores, fato a ser destacado numa época em que a maior parte da programação ainda era em preto-e-branco. Ficou cerca de cinco meses no ar.
- Big Boy ainda produziria as pesquisas e os textos do programa Rock in concert, transmitido na TV Globo de março de 1977 a setembro de 1978.



[Fontes: Depoimento concedido ao Memória Globo por: Nelson Motta (10/05/2002); BARREIROS, Edmundo. “O som preservado do crazy people” In: Jornal do Brasil, 17/08/1996; “Hoje na TV” In: O Globo, 1972; site: www.senhorf.com.br]

domingo, 3 de abril de 2011

Eduardo Nunes disse tudo!


Chega de educação progressista, por Eduardo Nunes*

Fala-se e escreve-se, o tempo todo e em toda parte, que o Brasil está em vias de se tornar uma das potências dominantes do cenário global – mas tais previsões costumam vir acompanhadas de uma condicional: se quisermos chegar lá, teremos de investir em educação. É aqui que o leitor se pergunta: mas já não estamos investindo em educação? Para onde vão os 25% do orçamento que todo gestor público tem a obrigação legal de destinar a essa área? Depois de passar sete anos acompanhando, como professor, o cotidiano da escola pública, posso afirmar que o principal problema do nosso ensino não é falta de verbas, mas falta de rumo. E ouso levantar uma questão que tem sido pouco discutida: a educação brasileira só é tão ruim por ser “boa demais”, pelo menos no papel. Se tomarmos os textos das leis que norteiam o ensino no país ou os regimentos das secretarias municipais e estaduais de Educação, se lermos as ementas das disciplinas dos cursos de Pedagogia ou se ouvirmos o que é debatido em seminários de educadores, choraremos de emoção e teremos a sensação de que nossas escolas são o melhor dos mundos. Tais textos, geralmente redigidos em prosa poética, estão repletos de belas expressões como “inclusão”, “gestão democrática”, “construção do conhecimento”, “leitura da realidade”, “libertação dos oprimidos”, “formação do ser humano integral”. Os arautos da corrente que hoje domina a intelligentsia educacional brasileira, e que chamam a si mesmos de “progressistas”, defendem esses princípios com fervor quase religioso e travam uma luta de vida e morte contra o paradigma anterior, que rotulam como “educação tradicional”. A educação tradicional, aquela em que a maioria dos brasileiros com mais de 25 anos foi alfabetizada, foi demonizada. “Tradicional” tornou-se um xingamento. Ao assumir o comando dos órgãos que cuidam da educação no país, lá pelo fim da década de 80, os novos timoneiros identificaram o paradigma então vigente com o autoritarismo da ditadura e trataram de exorcizar as escolas das práticas tidas como “tradicionais” e “autoritárias”: a transmissão de conhecimento de um professor que sabe para um aluno que não sabe, a reprovação dos alunos que não aprendem, a memorização pela repetição, o bê-á-bá, a exaltação dos que tiram boas notas. Desde então, evita-se ao máximo reprovar, pois isso “traumatiza” o aluno. A repetição da tabuada e os ditados para fixar a grafia das palavras também são evitados, pois “deformam a consciência”. Os currículos escolares foram permeados de atividades lúdicas e recreativas, destinadas a estimular a aceitação e a “inclusão”. O resultado, duas décadas depois, é que milhões de analfabetos funcionais saem das escolas públicas, todos os anos, com certificados de conclusão embaixo do braço. No seu afã de conscientizar e libertar os oprimidos, a educação progressista os condenou à escravidão da falta de qualificação. Vivendo num mundo de faz de conta onde a interação social é mais importante que o conteúdo, os “libertadores” não percebem que a verdadeira libertação é ter condições de ser selecionado para um bom emprego, de ser aprovado no vestibular, de passar em um concurso público, e isso é negado à maioria dos alunos das escolas públicas. O avanço de que necessitamos para abraçar o nosso destino de potência global se assemelha mais, por paradoxal que seja, a um retrocesso, uma volta ao tempo em que o conhecimento era medido e aplicado, os professores eram respeitados e valorizados e os alunos só eram aprovados se aprendessem.


* Filósofo e jornalista


Extraído de Zero Hora de 03/04/2011.

Forrest Gump


video

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Recado da profª Elizete!!!

Hoje é 1º de Abril, popular dia da Mentira.
Mas essa, se fosse mentira eu não divulgava! Porque com a nossa carreira não se brinca!


Dupla titulação: Brasil e Chile.

Objetivo:
Qualificar a compreensão de conceitos do campo de Comunicação Estratégica e Branding que permitam uma visão abrangente e sistêmica na busca de soluções para os problemas de gestão nas áreas foco do curso.

Período Abril de 2011 a dezembro de 2011 (disciplinas)
março de 2012 a agosto de 2012 (TCC)


Horário das aulas Sextas-feiras das 19h às 22h e
Sábados das 08h30min às 12h10min e das 13h às 17h30min.

Local Campus II


Carga horária 360 h/a


Quem fez, recomenda:


“Quando prestei vestibular para o curso de Jornalismo, tinha intenção de trabalhar em veículo impresso. Comecei a estagiar nesta área e, na prática, não me agradei. Então, fui trabalhar na área corporativa, com a assessoria de imprensa e foi aí que me encantei. O tempo passou, me formei e percebi que trabalhar a comunicação nas organizações apenas como jornalista não bastava, tinha muitas ideias, queria propor coisas novas, pois este é um mundo muito maior. Foi aí que me chamou a atenção o MBA em Comunicação Estratégica e Branding, oferecido pela Universidade Feevale. Este curso me ajudou a entender mais o meu trabalho, a olhar a comunicação empresarial como um todo e a desenvolver outras estratégias que não só as que valiam para o meu trabalho com a imprensa. E isso se deu na prática!
Hoje, com esta formação, passei a responder pela comunicação total da empresa que atuo e dos clientes que ela atende.” Suelen Backes, jornalista, Novo Hamburgo.


"O melhor momento de estudo que pude ter. Posso definir assim o MBA Comunicação Estratégica e Branding, da Feevale. Me formei em dezembro de 2009, em publicidade e propaganda, pela Univates e logo no semestre seguinte me inscrevi e participei da pós-graduação. O curso tem professores altamente qualificados que casam perfeitamente conceitos novos em contextos diferentes. O conteúdo tratado no curso é novo e inédito, logo, os alunos participam muito da construção das aulas, permitindo uma aprendizagem mais profunda. Com o curso, a Feevale permitiu que importássemos conhecimentos de outros lugares do mundo, no qual o Branding é muito mais desenvolvido e usado. Tivemos professores da Espanha, Chile, Portugal e claro, os craques brasileiros deram o parecer verde-amarelo da gestão de marca. Esse curso abre muitas janelas e oportunidades e com certeza dá um diferencial enorme na carreira. Quem fizer estará com alguns passos a mais na frente". César Krunitzky


"Este MBA tem seus vários diferenciais e muitos motivos para ser cursado.
Um fato bem importante a levar em conta é a sua frequência. Toda sexta à noite e sábado o dia todo. Desta forma o conteúdo fica mais fresco, tudo se torna mais intenso, sem contar que em um ano e meio você conclui ele.
A qualidade e o nível dos professores é outro detalhe que faz toda a diferença. Todos têm grande conhecimento acadêmico e de mercado. E isso é importante. Mais do que apenas conhecimento acadêmico, o de mercado conta muito, pois é onde aplicamos as teorias. E neste MBA conhecimento de mercado é o que não falta.
Foi surpreendente o quão amplo percebi ser o Branding depois deste MBA. Mesmo eu que me formei em Marketing, não imagina em quantas áreas distintas percorria a tal gestão de marca. Isso faz do Branding algo apaixonante, envolvente. Isso faz deste MBA uma grande oportunidade, não somente de conhecimento, mas de carreira profissional. Pois não importa qual seja a sua profissão, formação, área de atuação atual, o Branding estará lá, esperando para ser colocado em prática.
E mais: é de nível internacional e conta com profissionais do Chile, Espanha, Portugal e excelentes profissionais brasileiros.
Se puder, aproveite este curso." Maico Eckert