Páginas

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Feliz aniversário DOSE DUPLA



Sábado, 22 de outubro, o DOSE DUPLA, um dos últimos remanescentes do estilo Rock'n'Roll em nossa região completa mais um ano de vida.
E para comemorar, uma série de atrações, todas linkadas à boa música e ao estilo criado nos anos 50 e em expansão até hoje:
ALEX LIMA & MUSSUM (Vôo Noturno - Rock'n'Roll Brasil),
AUTO-REVERSE (soul, disco, pop - banda do Ivan) e
DANI & BROTHERS (Integrantes do Vôo Noturno, Acústico 4 e Bico Fino - Pop/Rock)

Parabéns ao Ivan, um autêntico "herói da resistência", que numa época tomada por bares e músicas que sequer merecem definições, mantém firme e forte a chama do rock'n'roll!

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

100 anos da Polar (by Alessandro Moraes)


Em 2012 a Polar completará 100 anos!

Hoje existe muita propaganda sendo realizada na mídia sobre a espetacular cerveja Polar, mas quase ninguém sabe onde ela nasceu e cresceu: em ESTRELA!

Boa parte desta história eu acompanhei bem de perto, já que era fabricada na Cervejaria Polar, onde o meu pai, o meu avô e no mínimo 4 tios trabalharam a vida toda ali, até se aposentarem. Sem falar em alguns primos e tios do meu pai e nos pais dos meus melhores amigos de infância, afinal, durante muito tempo, esta indústria foi o pulmão de Estrela.

Falar disto me faz voltar no tempo, numa época em que morávamos na Vila Polar (tunque), uma rua com diversas casas de propriedade da Cervejaria, onde moravam vários funcionários. Eu nasci e passei toda a minha infância lá, tendo como vizinhos os meus primos Caio, Dedé, Carlinhos e Giane e os amigos André Gahl, Dani Horn, Pio e Charles Ritter. Nos fundos das casas ficava a Arca (Assossiação Recreativa e Cultural Antarctica), onde passávamos a tarde jogando bola e bebendo Guaraná Frisante, Soda Limonada e Baré Cola. Bons tempos, pena que vândalos destruíram a Arca.

Bom, voltando para a atualidade, esta história toda veio a minha cabeça por causa de um email que recebi do amigo Curu, que lembrou do centenário da Polar e sugeriu que Estrela poderia se movimentar para levar as comemorações desta data para a cidade onde nasceu esta ótima cerveja.

Segue algumas reportagens interessantes e históricas:

Uma breve história da Polar em rótulos: http://wp.clicrbs.com.br/almanaquegaucho/2011/10/19/polar-e-daqui/?topo=13,1,1,,,13

História em vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=aGfc8nXABl0

História da cervejaria estrelense: http://cervisiafilia.blogspot.com/2010/09/cervejaria-estrella-polar.html

Localização: http://www.panoramio.com/photo/21151809

Rótulos antigos: http://estrela-riograndedosul.blogspot.com/2011/06/cerveja-polar-estrela-rs-rotulos.html

Mais história da cervejaria: http://estrela-riograndedosul.blogspot.com/2011/06/cervejaria-polar-de-estrela-rs.html

Sobre o fechamento da fábrica: http://aepan.blogspot.com/2008/05/cerveja-polar_31.html

Abraços,

Alessandro Moraes
amoraes73@yahoo.com.br

Imperdível!

sábado, 15 de outubro de 2011



Em breve o Falando de Rock terá a honra de contar com um ilustre colaborador, Sr. Valmir Pezzini. Tenho certeza que o conteúdo que será apresentado aqui enriquecerá e muito, tanto o blog quanto a nossa avidez cultural.


Thanks, Mr. Pezzini.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

My name is Roll. Rock'n'Roll


Me chamo Rock, sobrenome Roll.
Tenho mais ou menos 70 anos de idade, mas estou 100% lúcido, em forma e continuo vislumbrando a luz no final do túnel.
Sou saudosista, com muito orgulho. Porque só se tem saudades de algo que foi bom.
Com certeza, essa "nova geração" não sentirá saudade da época atual quando estiver com minha idade.
Alguns me chamam de dinossauro, e acho muito lindo isso. Fico lisonjeado, pois sou comparado a seres maravilhosos que viveram no passado e são lembrados e estudados até hoje. Já esses "seres estranhos",que habitam nosso planetinha hoje, penso que sequer aparecerão nos livros de história infantil no futuro.
Bem, o que dizer de pessoas que usam uma Arena onde seres vivos são derrubados ao solo, humilhados, amarrados, etc... Berram suas "músicas" chorosas pra que não se ouçam os gritos de desespero dos referidos seres humilhados. Bom, meus ancestrais me disseram que minha estada por aqui seria eterna, que viriam seres de tudo que é tipo pra tentar confundir a cabeça dos humanos, mas que seriam apenas passageiros, porque o motóra sou eu. Abraços.


(este comentário foi postado no blog pelo brother Jonathan "Mussum"Pezzini, um dos melhores bateras que conheço. Ele leva nas veias e na ponta das baquetas, além da boa música, ética, hombridade e o espírito libertário e pacificador do rock'n'roll. Por isso, não surpreeende a sacada que ele teve no texto acima. Parabéns, meu caro e muito obrigado por ser amigo. Meu e de nossos amigos.)

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

The Bankers - Guaporé - 19.. e antigamente

Essa é pra provar que a fruto não cai longe do pé mesmo!
Na foto, banda The Bankers de Guaporé. Na bateria, segundo a filha coruja Katrin, está o batera Valmir Pezzini. Reparem que o estilo é o mesmo do filho, Jonathan, no post abaixo.
Mago Mussa e seu Valmir, além do mesmo sangue, possuem as baquetas feitas da mesma árvore!

E competência pra provar é o que não falta!

Txs, Katrin, pelo "retrato" em branco & preto, tão classudo naqueles bons tempos.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Agradecimento!


Jornal Nova Geração - 07/10/2011

Jornal Nova Geração - 07/10/2011


Nos bailes da vida

Um simples meio-fio de calçada na esquina das ruas Divinópolis e Paraisópolis, no bairro Santa Tereza, em Belo Horizonte, é até hoje um dos clubes mais consolidados do país. Sua estrutura não é feita de paredes, salões e outros ambientes sofisticados. É feita sim, e principalmente, da amizade, da música e dos sonhos que ligavam um grupo de garotos nos já distantes anos 60.

O edifício Levy, reduto da família Borges, foi o cenário onde essa amizade e cumplicidade musical nasceu. Naquele apartamento, o já tímido Bituca (Milton Nascimento) entrava pra família de D.Maricota e seu Salomão como o 12º filho da família. Isso, graças a forte amizade que tinha com os irmãos Márcio e Marilton.

O “quarto dos homens” foi o palco para as primeiras investidas daqueles garotos que desde cedo já liam Marx, Sartre, Simone de Beauvoir, Nietzche e admiravam o cinema de Truffaut. O pequeno Lô, na época ainda um menino de calças curtas, foi despertado pelas melodias inovadoras e pela voz “celestial” de Milton Nascimento. Não demorou muito para que o menino apresentasse as suas próprias composições. Eles ainda não sabiam, mas estavam formando o embrião de um movimento musical que transformaria o panorama da Musica Popular Brasileira: o Clube da Esquina.

Milton Nascimento, Lô e Márcio Borges já fazem parte do imaginário coletivo quando o assunto é amizade, confraria, MPB e Minas Gerais. E a turma não se resumia aos três. O “bando” de cabeças pensantes que passou pelo desenvolvimento de país, pela ditadura militar, abertura política e a tão sonhada democracia tinha também Fernando Brant, Ronaldo Bastos, Beto Guedes, Tavinho Moura, Flávio Venturini e Toninho Horta. Isso sem falar nas importantes contribuições de Wagner Tiso, Luiz Carlos Sá e Gutemberg Guarabyra e daquela que praticamente lançou a música mineira e promovia a rapaziada, a gaúcha Elis Regina.

Dessa união, nasceram dois clássicos da MPB, Clube da Esquina (1972) e Clube da Esquina 2 (1978). Canções como “Clube da Esquina nº 2”, “Manuel, o audaz”, “Todo azul do mar”, “Tudo que você podia ser” e “Paisagem da Janela” catapultaram a carreira da maioria dos integrantes do “clube” e formaram parcerias que nos emocionam até hoje. O “trem azul”, que partiu do Ed. Levy e passou pela famosa esquina ganhou o mundo e neste sábado desembarca no nosso clube da esquina, a Sociedade Ginástica de Estrela (leia na página 10). Cabe salientar que esse movimento nunca morreu. Pode até se apagar vez ou outra. Porém, sempre haverá alguém, músico ou fã que mesmo “com a roupa encharcada e a alma repleta de chão” afirmará que “todo artista tem de ir aonde o povo está” e que “cantando se disfarça e não se cansa de viver nem de cantar”

Texto de Marcelo Petter publicado na Página 2 – Nova Geração de 30/09/2011

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Dia da Música: Petter'Abas e Die Klassiker Rock Band


Amigos!


Quero, em nome do Projeto Petter'Abas e da Die Klassiker Rock Band, agradecer a presença e a receptividade com que vocês nos brindaram na noite de ontem.
Para nós foi uma noite muito especial, que só confirma o fato de que as coisas feitas com amor, dedicação e cumplicidade sempre dão certo.
A confraria, que acompanha a nossa estrada desde a 1ª edição, mais uma vez se mostrou presente. Na brilhante apresentação de todos os artistas que se pelo palco passaram, no encontro de velhos amigos, na lembrança daqueles que já partiram e na alegria daqueles que recém embarcaram no nosso "trem azul".
Como eu disse anteriormente, a Soges guarda uma parte de nossas raízes. Talvez a melhor fase, que foi a "nossa linda juventude". E ontem, o espírito daquela época estava todo lá. Foi fantástico! Muito obrigado mesmo!
Amamos todos vocês e que próximas oportunidades surjam para que a amizade, a liberdade a boa música possam continuar juntas e para sempre brilhando no céu como uma estrela de primeira grandeza.
Uma estrela do bem e cruzando o universo espalhando esse turbilhão de sentimentos que fazem nossa vida tão bonita.
Agradecimentos especiais também ao Magazine Delai, Conpasul, Dr. Fernando Rigo, Classe A Veículos, nosso amigo anônimo, Pré-Tubo, Óptica e Joalheria Haas, o Paladino, Jornal Nova Geração e a Soges, o presidente Paulinho Portz, ao William Gausmann, a Aline, ao Joe e a Adriane, aos garçons que tão bem atenderam a todos, ao Paulinho da Tecnosom e sua equipe que passara praticamente 24 horas trabalhando pra deixar tudo perfeito, Le Spetto, o melhor e mais querido roadie do país!
Enfim, obrigado a Deus, por permitir que uma noite tão bacana fosse possível.
Até a próxima!